14 de setembro de 2017

Dezasseis meses de Matias.

Todas as mães reagem de forma diferente ao seu parto. Há quem ame logo o bebé mal o vê, há quem precise de algum tempo para se ambientar e para se apaixonar. Eu fiz parte do primeiro grupo.

Quando o Matias nasceu eu senti uma cena muito estranha que me fez rir, chorar, agarrá-lo, abraçá-lo, não o largar quando queriam pesá-lo e dormir agarradinha a ele durante três dias.

Amei-o. Amei-o muito desde o primeiro segundo. E amei-o ainda mais todos os dias depois desse.

O Matias está neste momento a passar uma fase super fofa, e lembro-me constantemente do que senti naquele primeiro dia. Porque, tal como na altura, também hoje não consigo imaginar como será possível amar ainda mais o meu filho. E, tal como na altura, também hoje sei que amanhã amá-lo-ei ainda mais.

Isto deve passar lá pela adolescência, certo? :D

Matias novamente na Quinta Pedagógica (adoramos aquele sítio)

13 de setembro de 2017

FML #2

Desde Fevereiro que tínhamos a viagem para Miami e as Bahamas marcada.

Voávamos para Miami, apanhávamos o carro, ficávamos em Miami Beach, conhecíamos Miami, íamos fazer um tour aos Everglades, íamos a Orlando visitar o Wizarding World of Harry Potter, apanhávamos o cruzeiro da Royal Caribbean, parávamos em Nassau, íamos a Blue Lagoon Island e parávamos em CocoCay.

Quando o aviso do Irma surgiu ficámos relativamente preocupados, mas como íamos uma semana inteira depois do furacão só nos restava esperar para ver o que aconteceria.

Na Segunda-feira estive horas ao telefone a falar com as mais variadas pessoas. Ontem também. Hoje também. No fim decidimos cancelar a viagem e accionar o seguro de viagem, mas queremos (e precisamos) de ir de férias, por isso resta-nos arranjar um destino para a próxima Segunda-feira do pé para a mão.

E eu já não posso ouvir falar deste assunto. Nos últimos três dias mal dormi e mal comi. Estou tão cansada que só me apetece é não ir a lado nenhum.

Mas, e acima de tudo, estou triste. Queria ir para Miami. Sonhava com a viagem há meses. Era sem dúvida a viagem do ano que mais me entusiasmava (talvez a seguir a Santorini, mas é sem sombra de dúvida um close second). E, tal como Helsínquia, foi uma viagem que não chegou a acontecer por motivos de força maior. Que merda.

6 de setembro de 2017

Rússia 2017 - O resumo! :D

Em Dezembro do ano passado, e em pleno rescaldo da nossa viagem romântica a Veneza, decidimos fazer uma road trip pela Irlanda em 2017. No entanto, apercebemo-nos rapidamente de um pequeno probleminha: o Pedro não queria levar o Mati (#peixemorto), eu não queria ficar mais do que cinco ou seis dias sem o miúdo... E precisávamos de pelo menos dez dias para concretizarmos o plano que tínhamos idealizado.

Claramente precisávamos de um plano B, mas qual? Estávamos (e estamos) a poupar para a nossa viagem a Svalbard (YEY!), por isso não podíamos ficar propriamente muito excêntricos.Vai daí, olhámos para o mapa. Espanha não nos entusiasmava. Excluímos França, Alemanha, Holanda e Bélgica. Já tinha planos para ir a Itália (em Fevereiro) e à Grécia (em Maio). Temos uma contra-atitude qualquer em relação à Croácia.

Assim surgiu a Rússia, um bocadinho por exclusão das outras hipóteses. E foi um início pouco entusiasmado de uma viagem que se revelou muito complicada de organizar.

Não há volta a dar: a Rússia não é um sítio 'tourist-friendly'. Os vistos são um pesadelo, encontrar informação online é uma epopeia, quase ninguém fala inglês, o alfabeto é diferente do nosso, a grande maioria das pessoas é altamente sisuda, os hotéis são caros (e maus!) e muitas vezes bate um feeling de que vocês simplesmente não são bem-vindos. Depois de toda uma saga para arranjar voos, hotéis, comboio, museus e vistos a nossa vontade de ir era quase nula, e honestamente chegámos a pensar porque raios é que não tínhamos ido para a Irlanda.

Arrastámo-nos até Moscovo com as expectativas na lama. E confirmámos tudo o que temíamos: encontrar informação é uma epopeia, quase ninguém fala inglês, o alfabeto é diferente do nosso, a grande maioria das pessoas é altamente sisuda, os hotéis são caros (e maus!) e muitas vezes bate um feeling de que vocês simplesmente não são bem-vindos. Mas, por incrível que pareça, tudo isto começa a fazer parte, de tal forma que começam a achar que seria estranho ser de outra forma.

Sim, a Rússia é um país fechado e difícil. Mas também é um país com uma história pesada, com problemas graves e com um tempo de cocó (choveu-nos em cima todos os dias em que lá estivemos!). E tanto em Moscovo como em São Petersburgo fomos surpreendidos pela beleza, pela grandiosidade e pela carga histórica do que estávamos a ver.

No fim, tanto a histérica como o peixe morto recomendam vivamente que visitem a Rússia, por isso não ficámos propriamente traumatizados :D O resto vou deixar que julguem por vocês com a foto-reportagem :D










Espero que gostem! :D

3 de setembro de 2017

Minho 2017 #5

Eeeee aqui vão as últimas fotos da nossa mini-viagem pelo Minho. Entretanto fica prometido o regresso, até porque está descoberto o mistério da imagem de Jesus desaparecida - está no Convento de Montariol! O meu enorme agradecimento à Daniela :D

Hoje trago-vos as últimas fotos da aldeia do Urjal e as fotos da Citânia de Briteiros :D



2 de setembro de 2017

Incongruências take 2.

No dia anterior a irmos para a Rússia fui levar o Matias a casa dos meus pais no Porto. Fomos os dois sozinhos de avião (toda uma aventura), e quando chegámos o Matias almoçou e dormiu a sestinha. Entretanto acordou, lanchou (iogurte natural e kiwi) e partimos para casa da minha tia Mila. Esta tia Mila.

Parece que também a preocupação com a alimentação saudável chegou à minha tia, porque em vez de sandinhas a transbordar de tulicreme havia bolachas Maria. Que ela obviamente ofereceu ao Matias.

E eu não tive qualquer problema com o facto de ele comer. Pior: acho que de certa forma fiquei vagamente desapontada por não ser pão com tulicreme, porque assim o Matias não terá a sorte de ter essas memórias tão felizes.

Há duas semanas fomos visitar o Bernardo a Sesimbra e a mãe do Bernardo também ofereceu uma bolacha Maria ao Matias. E nós não tivemos qualquer problema com o facto de ele comer.

E por isso eu disse que nós nunca tínhamos dado este tipo de coisas ao Matias, não que ele nunca tinha comido. Porque seria inocente e pouco sensato acreditar que o miúdo não ia comer bolachas, bolos e porcarias no geral, mas pelo menos sabemos que são excepções.

Faz parte, e as memórias também se constroem assim.

Minho 2017 #4

Por aqui ainda estamos em modo 'pastelar'. O Pedro regressou ao trabalho na Quinta-feira, o Matias regressou à creche a meio tempo ontem (para se ir ambientando à sua nova sala dos crescidos) e eu regresso ao trabalho a meio gás na Segunda-feira (porque só vou trabalhar três dias).

Entretanto, aqui ficam mais algumas fotos da nossa viagem ao Minho. Espero que gostem :D

Não sei bem onde estávamos, mas ainda era no Gerês :D

31 de agosto de 2017

Incongruências.

Coisas que nunca demos ao Matias:

* Bolachas Maria;
* Bolachas de água e sal;
* Papas de compra;
* Boiões de fruta;
* Boiões de sopa;
* Boiões de comida;
* Iogurtes para bebés;
* Iogurtes de aromas;

Coisas que já demos ao Matias (várias vezes):

* Alheira assada;
* Presunto;
* Feijoada;
* Caril;
* Arroz de pato;
* Sushi;
* Azeitonas;
* Queijo de cabra;
* Frango no churrasco;
* Bolachas de amendoim com pepitas de chocolate.

E pronto, é isto que temos.
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